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sábado, 23 de novembro de 2013

Maconha pode ser liberada no Brasil já em 2014


Isso mesmo, você não leu errado, a Cannabis (nome científico da maconha) pode ser legalizada no Brasil já em 2014, o Ministério da Agricultura, juntamente com o Ministério da Saúde, vem estudando formas tal feito acontecer. Hoje, por conta de um pequeno avanço, isso está mais próximo da realidade.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Porcos alimentados com maconha produzem bacon mais gostoso


Você conhece a rotina de um fazendeiro que cria porcos? Independente de qual seja seu nível de entendimento acerca do assunto, você talvez ache estranho saber da existência de um fazendeiro nos EUA que alimenta seus suínos com maconha. Sim, maconha.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Porque a maconha é ilegal? Porque legalizar?

Olá caros estenosos..

Ano passado o Mijuca, presidente do Uruguai, propôs a legalização controlada da maconha em seu País, proposta essa que foi criticada por vários países, pela ONU e por diversos cidadãos uruguaios.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cuiabá Vibe Zone e entrevista com Zeider do Planta e Raíz

Fala galera do Estena, tudo bem com vocês?

Em 11 de outubro, rolou em Cuiabá o "Cuiabá Vibe Zone", evento realizado pela VX Cuiabá, onde teve os shows de Planta e Raíz, ConeCrewDiretoria, Negramina, Diholéx e mais Dj's, nesse post você vai conferir como que foi o evento e no fim da página o vídeo da entrevista com o Zeider, do Planta e Raíz, confira:

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Marijuana Museum - O museu da maconha

oldbutgold (resolvi reviver um post beeem antigo aqui no blog, porque tinha um pessoal querendo ver as fotos do museu e não estavam conseguindo achar.. enfim..)
Apresento a vocês o museu da maconha, localizado em amsterdã.. para quem não sabe, o consumo de maconha em certos locais lá é descriminalizado, uma cultura bem foda né?
Aqui vão algumas fotos do museu.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

As 10 drogas mais famosas no mundo

10. SOLVENTES

Os solventes se tornaram uma droga popular no fim dos anos 70, quando a cena punk rock começou a crescer. Disponíveis em qualquer loja de equipamentos e supermercados, solventes como cola, benzina, removedor de esmaltes e aerossóis são baratos e têm propriedades alucinógenas na sua formulação industrial.Por serem tão fáceis de encontrar e baratos, os solventes são geralmente populares entre menores abandonados e pobres em todo o mundo. O usuário inala a cola ou outra substância dentro de um saco plástico, muitas vezes colocado sobre a cabeça – não é difícil imaginar quantas crianças já morreram no processo. Lembro alguns anos atrás uma reportagem local aqui de Curitiba em que um ladrão invadiu uma loja de noite para roubar cola. Ele decidiu consumir um pouco do produto ali mesmo e ficou tão doido que acabou se colando no chão no processo, tendo que ser removido por bombeiros na manhã seguinte.
9. COGUMELOS ALUCINÓGENOS

Por milênios, o uso de cogumelos alucinógenos é muito comum em várias sociedades, como parte da cultura e da religião. Existem mais de 180 espécies de cogumelos com propriedade alucinógena, com os princípios ativos psilocina e a psilocibina, responsáveis pelo efeito causado no usuário, vinte minutos depois do consumo dos cogumelos, que podem ser fatais. O efeito dos cogumelos é semelhante ao do LSD, mas tem uma duração menor. Alguns cogumelos são mais venenosos que alucinógenos, tornando o seu consumo perigoso, quando não acompanhado por alguém que entenda do assunto. No Reino Unido, colher ou manter cogumelos não é ilegal, mas prepará-los para o consumo pode mandar a pessoa pra cadeia. No Brasil, a produção e comercialização dos cogumelos é ilegal.
8. ÓPIO

Considerada uma das drogas mais antigas, o ópio vem sido cultivado desde a era Neolítica. A substância é retirada a partir da papoula, e as sementes da flor também são usadas como tempero – sem nenhum efeito alucinógeno. O ópio tem um poderoso efeito narcótico e analgésico, e pode ser fumado ou comido, e também dissolvido em álcool e bebido. A papoula é nativa da Grécia e da China, mas também foi cultivada pelas populações egípcias, romana e minoana. O láudano, como é chamado o ópio com álcool, se tornou famoso por seu uso pelos poetas do romantismo, como o britânico Lord Byron. Durante o século XIX, o láudano era legal e mais barato que o gin, e se tornou uma bebida comum entre a classe trabalhadora britânica.
7. LSD

O LSD, nomeado pelas iniciais da sua substância em inglês, dietilamida do ácido lisérgico, é uma das substâncias alucinógenas mais poderosas. A substância foi descoberta em 1938 por Albert Hoffman, um químico suíço que procurava por uma cura para o resfriado. Uma gora do produto caiu acidentamente em sua mão e ele começou a ter alucinações quando voltava para casa, em sua bicicleta. O LSD se tornou famoso com o seu uso popularizado por celebridades, como os Beatles e os escritores Hunter Thompson e Timothy Leary. A droga aumenta a sensação visual e sonora do usuário, e sensações físicas e psicológicas são alteradas. Estímulos visuais podem causar efeitos muito fortes no usuário, podendo levar à paranóia, confusão ou pânico – embora muitos usuários não experimentem nenhuma dessas sensações. Há diversas pesquisas que apontam que o LSD seria um excelente tratamento para dependência química e alcoolismo.
6. BARBITÚRICOS
O Dr. Luiz explicou que “Diazepam (o valium da foto) não é um barbitúrico, mas sim um benzodiazepínico. Fenobarbital é um barbiturico, um dos ultimos ainda em uso.” Os barbitúricos são usados desde o século XIX, e são as primeiras drogas legalizadas desta lista. Derivados do ácido barbitúrico, são utilizados em tratamentos psiquiátricos para sedar pacientes. Eles têm efeitos hipnóticos e ansiolíticos, dão ao usuário a sensação de relaxamento físico e psicológico, e criam um alto nível de dependência. O famoso remédio Valium participa desta categoria de droga que tem efeitos tão terríveis que afirma-se que a desintoxicação destes medicamentos é pior que a de opiáceos.

5. ANFETAMINAS

As anfetaminas são drogas que estimulam os níveis de dopamina e serotonina no cérebro – substâncias ligadas ao bem-estar, que criam efeitos de euforia e diminuem o cansaço físico. Elas têm uso médico como moderadores de apetite e no tratamento de hiperatividade em adultos. As anfetaminas ficaram famosas durante a década de 70, e voltaram a ser utilizadas em grande escala na década de 90, durante o crescimento da cultura da música eletrônica. Curiosamente, a droga foi utilizada pelo exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial: Hitler recebia diariamente uma injeção de anfetaminas e vitaminas.

4. ECSTASY

O ecstasy era inicialmente utilizado como medicamento psiquiátrico. Ele produz euforia e sensação de bem-estar, diminui a ansiedade e o medo e retira a sensação de cansaço. Apesar de ser ilegal na maior parte do mundo, é uma das drogas ilícitas mais utilizadas. Ela é usada oralmente ou cheirada, em forma de pó. Os usuários podem sofrer de desidratação e morte, além de doenças relacionadas com a droga. As indústrias clandestinas que fabricam a droga usam muitos produtos químicos e técnicas falhas, que aumentam o risco no uso da droga. Comparando as pesquisas, consumir ecstasy é mais seguro do que andar a cavalo.

3. COCAÍNA

A cocaína, derivada de uma planta originária da América do Sul, é utilizada em várias formas há muitos anos. Originalmente era mastigada pelos índios peruanos, que se aproveitavam das propriedades estimulantes da planta nas grandes altitudes do país. A cocaína é estimulante, acaba com o apetite e é anestésica. Durante os primeiros vinte anos de produção da Coca Cola dizem que ela continha cocaína, mas as leis mudaram e a substância foi retirada. No século XIX, acocaína era dada a crianças e bebês como medicamento. Ela é uma droga cara, geralmente relacionada a pessoas mais ricas, mas o desenvolvimento do crack, versão modificada da cocaína, levou a droga para as ruas.

2. CRACK

O crack é derivado da cocaína com bicarbonato de sódio ou hidróxido de sódio. A droga ‘fumável’ é barata com a pedra sendo vendida por poucos Reais nas ruas. Conhecida como sendo mais viciante que a própria cocaína ela causa euforia, confiança suprema, desejo por mais droga e paranóia. O tempo de vida depois que alguém começa a fumar crack é, em média, de 5 anos. A droga tem forte ligação com crimes violentos perpetrados pelos viciados.
1. MACONHA
A mais famosa de todas as drogas recreacionais,Canabis, ou simplesmente maconha, tem sido cultivada há milhares de anos. Ela é psicoativa e psicodélica, e as suas folhas e flores podem ser fumadas. O efeito da droga é imediato, uma leve sensação eufórica, que pode ser intensificada dependendo do método de fumo ou a quantidade da dose.

sábado, 2 de abril de 2011

Maco... maco, maco...

Cérebro aberto à investigação

O efeito sobre as funções nobres do cérebro, embora não seja tão pesado quanto se pinta, pode prejudicar o comportamento dos usuários. O risco da dependência é pequeno, mas não é nada desprezível.

A capacidade de aprender e de raciocinar e a memória diminuem.
Verdade
Há somente três anos, parecia não haver sinais de que a droga pudesse afetar as atividades cerebrais mais refinadas, aquelas que os especialistas chamam de funções cognitivas, as ligadas ao processo de conhecimento. Uma das novidades dos relatório é que agora há provas disso. Quem fuma regularmente por muitos anos tem dificuldade para organizar grandes quantidades de informações complicadas. Num tipo de teste, um cidadão empilha cartas segundo regras que o paciente precisa deduzir, apenas observando o “jogo”. Com o tempo, as regras vão sendo mudadas. Quem não fuma, deixa de perceber cinco de cada 100 mudanças de regra. Fumantes pesados cometem o mesmo erro oito vezes. “A diferença é sutil”, afirma o relatório. “Mas é ratificada por novos estudos, realizados em 1995 e 1996.”

Os neurônios ficam estragados.
Mentira
A idéia de que a maconha afeta as funções do cérebro porque causa algum tipo de dano aos neurônios não está comprovada. As pesquisas dão resultados ambíguos. Certas imagens das células cerebrais de ratos, obtidas por tomógrafo, parecem ligeiramente deformadas, especialmente nos pontos em que elas tocam umas nas outras, chamados sinapses. Mas em outras experiências não se vê alteração nenhuma. Logo, não é possível tirar uma conclusão definitiva. Diante da relevância do assunto, o relatório da OMS sugere que se façam estudos mais aprofundados sobre ele.

Quem fuma muito tempo pode acabar caindo na dependência.
Verdade
Grande parte dos usuários pesados, desses que fumam diariamente durante meses, acaba se viciando. As estatísticas indicam que até metade dos fumantes desse tipo perdem o controle sobre o hábito e precisam de tratamento para se recuperar. Entre os que não conseguem a cura, muitos apresentam sintomas que agravam a dependência. Ficam desmotivados para qualquer coisa, tornam-se menos produtivos em suas atividades, sofrem de depressão e têm a auto-estima abalada.

Então, todos ficam viciados.
Mentira
Apenas fumantes pesados caem na dependência, e eles, de acordo com os dados do relatório, são cerca de 10% de todos os que experimentam a droga. Dito de outra maneira, o vício nem é inevitável, nem acontece com freqüência. “Fumar é um hábito de adolescentes”, lê-se no relatório. Tanto nos Estados Unidos como na Europa, eles representam a grande maioria de usuários – perto de 70% do total – e a proporção de adultos não cresce.

Quem usa maconha pode partir para drogas mais pesadas.
Verdade
Meninos e meninas, especialmente nos últimos anos, têm, sim, seguido essa trilha. “Nota-se que a experiência com a canabis precede o interesse por outras substâncias”, diz o documento. São as colas de sapateiro, as anfetaminas, a cocaína e a heroína. Os especialistas também escrevem que, “quanto mais cedo se começa a fumar, maior é o envolvimento com a maconha”. E concluem que, entre os jovens nessa situação, é maior a possibilidade de contato com coisas mais perigosas.

Sempre que um usuário procura outras drogas, a culpa é da maconha.
Mentira
Mas atenção: apesar de ser verdade que muitos jovens ampliam o coquetel de drogas depois de experimentar a maconha, isso não quer dizer que a culpa caiba exclusivamente a ela. O próprio hábito de recorrer à canabis pode ter tido causa mais profunda, como problemas familiares, falta de perspectiva e assim por diante. Aí, o fumante da canabis amplia o seu repertório de drogas pelos mesmos motivos. Essa, aliás, é a explicação preferida dos pesquisadores reunidos pela OMS. Como reforço, eles lembram que “a imensa maioria dos usários de maconha não usa a cocaína e a heroína”.

A maconha provoca desastres de trânsito.
Verdade
Essa é uma nova preocupação dos especialistas. Sob ação da droga, fica mais difícil executar desde tarefas simples, como datilografar, até as de maior responsabilidade, como dirigir um automóvel. Em simulações, motoristas que fumaram 1 hora antes do teste brecam em hora errada e demoram para reagir aos sinais de trânsito.

O motorista perde totalmente a capacidade de se controlar.
Mentira
Alguns testes sugerem que o fumante percebe a diminuição da coordenação motora e procura compensar essa deficiência, concentrando-se mais no que está fazendo. Nos desastres de trânsito em que o motorista demonstra ter fumado maconha, é comum ele também ter bebido álcool. Com a mistura, é óbvio que a erva não tem culpa sozinha no cartório.

A erva no planeta

Número de usuários
A avaliação mais recente, divulgada em 1997, indicava que eles eram 140 milhões, 2,5% da população da Terra.
Crescimento
Mas esse número vai aumentar, diz a OMS. “O uso vem crescendo dramaticamente nos últimos anos”.
Evolução
O consumo começou a subir na década de 70, chegou ao ápice em 1979 e depois caiu, voltando a avançar a partir de 1994.
Estados Unidos
É onde as estatísticas são mais completas. Em 1992, 4% da população tragava a canabis.

Um checkup de corpo inteiro

A barriga das mulheres vira um palco de distúrbios hormonais. A desconfiança de que os bebês podem herdar tumores devido ao hábito das mães não está comprovada, mas também não foi descartada.

A fumaça traz danos ao pulmão e está associada ao aparecimento da bronquite.
Verdade
O efeito sobre o aparelho respiratório, em conseqüência de doses elevadas da erva tóxica, está solidamente comprovado. Aparecem lesões na traquéia, nos brônquios e, em menor intensidade, em algumas células de defesa do organismo chamadas macrófagos alveolares. Os usuários, então, ficam um pouco mais vulneráveis do que o resto da população. Especialmente à bronquite obstrutiva crônica.

Causa câncer com certeza.
Mentira
A fumaça da maconha contém algumas das substâncias do tabaco que estão ligadas ao câncer. E até em maior quantidade. Sabendo disso, os pesquisadores ficaram em estado de alerta ao descobrir tumores malignos no aparelho respiratório de alguns usuários jovens. Mas até agora só o que há é uma desconfiança. Ainda é preciso examinar mais pacientes, pois aqueles em que os tumores foram identificados também consumiam álcool e tabaco. Não há conclusão possível, resume o relatório.

A produção de hormônios sexuais femininos pode ficar reduzida, alterando o ciclo menstrual.
Verdade
Existem indícios de que a droga deixa o organismo com falta de diversas substâncias essenciais à reprodução, entre as quais os hormônios. A carência ocorre durante uma das etapas da menstruação, a chamada fase luteal, e a ovulação demora mais do que demoraria normalmente. Esse efeito ainda não está bem esclarecido nas mulheres porque em alguns exames ele aparece e em outros, não. Mas os especialistas reunidos pela OMS estão convencidos de que ele existe, pois, nos testes com ratos e macacos, a queda de produção pôde ser medida com precisão. A conclusão do pesquisadores é que a ação da maconha sobre o aparelho reprodutor feminino não deve ser menosprezada.

Os homens produzem menos espermatozóides.
Mentira
Caiu por terra o mito de que os homens que fumam a droga passam a produzir menor quantidade do hormônio testosterona. Essa hipótese, que havia sido levantada nos primeiros estudos sobre o assunto, na década de 70, não se sustenta mais. Também não fica mais de pé a suposição de que o número de espermatozóides diminui. Nesse aspecto, o documento é claro: do ponto de vista dos homens, “não se deve esperar nenhuma conseqüência significativa para a reprodução”.

Fumar durante a gravidez prejudica a criança.
Verdade
É uma das novidades mais assustadoras apontadas pelo relatório. “Usar a droga antes ou durante a gestação pode deixar as crianças mais suscetíveis a certos tipos raros de câncer.” Entre os tumores observados está o da chamada leucemia não-linfoblástica, que contamina o sangue, e o do rabdomiosarcoma, que ataca os tecidos nervosos. Mas ainda não há certeza de que a canabis esteja mesmo associada a esses males porque, se existe alguma outra causa, as pesquisas já feitas não conseguiram detectar. O relatório da OMS declara que é preciso investigar a hipótese mais a fundo. Um outro problema são as crianças que nascem pesando abaixo do normal devido ao contato prévio da mãe com a erva tóxica. Sobre esse ponto quase não restam dúvidas.

O sistema de defesa do orga-nismo fica desorientado.
Mentira
Diversos estudos médicos, nos últimos anos, avaliaram os danos que a maconha poderia ter sobre o conjunto do sistema imunológico, que protege o organismo dos micróbios. A suposição era que a droga criaria confusão, mobilizando o exército orgânico sem necessidade ou debilitando-o quando fosse preciso contra-atacar. Esses efeitos não foram confirmados. Há mesmo indícios de que o sistema de defesa resiste bem à droga.

As crises de esquizofrenia podem ficar mais fortes nos pacientes que fumam.
Verdade
Como alguns pacientes de esquizofrenia entram em crise pouco tempo depois de fumar, levantou-se a hipótese que a droga poderia estar associada à doença. As pesquisas revelam que a ligação existe. Em algumas situações, nota-se que, se a dose de canabis é grande, cresce também a chance de uma crise.

A erva pode levar o usuário à esquizofrenia.
Mentira
Não dá para provar que a maconha provoque a doença. O motivo é simples: pode ser que, justamente por terem esse tipo de problema mental, os pacientes desenvolvam propensão ao consumo da erva. Ou seja, é como se o hábito de fumar fosse causado pelo mal, e não o contrário. O resultado das pesquisas nesse campo deve ser considerado inconclusivo por enquanto.
Para saber mais
INTERNET: Leia trechos do relatório da OMS no site http://www.superinteressante.com.br.
Se Liga! O Livro das Drogas, Myltainho
Severiano da Silva, Editora Record, RJ, 1997.

De volta no tempo

Origem
A primeira referência à maconha aparece num tratado médico chinês de 2 737 antes de Cristo.
Costume tribal
Há 1 000 anos, já servia de tempero e remédio para povos da África e da Ásia, e era fumada em rituais.
No Brasil
Ela teria sido trazida logo após 1500, contrabandeada pelos escravos.
Proibição
Aqui, o uso e a venda foram proibidos pela Câmara de Comércio do Rio de Janeiro desde 1930.

Tabaco: também perigoso, mas incentivado

O cigarro faz mal à saúde, muito mal. Mas será que a pressão para reduzir os apelos da publicidade vão chegar ao Brasil?

A maconha é prejudicial e ilícita. Mas o tabaco é um assassino e, paradoxalmente, é oferecido nos meios de comunicação como um irresistível objeto de desejo. Segundo a OMS, o cigarro é o réu principal em 80% dos cânceres do pulmão, 75% das bronquites e dos enfisemas do mundo, e aumenta em quase dez vezes as chances de derrame cerebral. A situação é tão delicada que diversos países, entre os quais a Alemanha e a França, proibiram o patrocínio dos carros de Fórmula 1 por companhias de cigarro. Existe pressão para que todos os países façam a mesma coisa a partir do ano 2000. No Brasil, um país em que o piloto Ayrton Senna virou herói nacional e ídolo das crianças usando as cores e a marca de um fabricante de cigarro, ainda não se combate com a necessária energia a propaganda do tabaco.

Viagem pelas engrenagens da mente

A canabis reage com moléculas dos neurônios em diversas partes do cérebro. Localize os principais focos de sua ação.

1. Córtex frontal
Controla o comportamento. A euforia nasce aqui
2. Núcleo acumbens
Pode sediar o mecanismo que causa dependência
3. Hipocampo
É o setor que guarda informações. Se atingido, perde memória
4. Cerebelo
Responde pelas alterações na coordenação motora

quinta-feira, 31 de março de 2011

Chocolate e maconha...

Voce provavelmente já sabia que a Cannabis Sativa, conhecida como maconha, ao ser fumada o principio ativo da Maconha o THC, "quebram" sinapses(Neuronios) do cérebro.
Enfim, você tambem já percebeu que ao comer chocolate, você sente uma felicidade imensa, e você fica tão feliz ao ponto de uma sinestesia (sentir cheiro de uma cor, gosto de um cheiro) enfim, pois saiba que o chocolate provoca efeitos parecidos com os da maconha, pois existe um componente no chocolate, chamado anandamida... aff, estou com preguiça de escreveer, dê uma olhada ai na reportagem que eu vi, que me incentivou a escrever esse começo de post.
O receptor químico da Felicidade
O que o chocolate, a maconha, ratos com amnésia e porcos felizes tem em comum?

A planta cannabis, mais precisamente o THC, possui um efeito sobre o sistema nervoso central peculiar. O chocolate, embora em menor intensidade, também apresenta efeitos semelhantes no SNC.
anandamida
delta9-THC
Ambos são capazes de aliviar a ansiedade e induzir a uma situação de tranquilidade e relaxamento. Pesquisadores do Neurosciences Institute de San Diego anandamidapublicaram um artigo na revista Nature (Piomelli et al., Nature, 382, 677-8,1996), mostrando que as substâncias neuroativas presentes no chocolate se ligam, no SNC, aos mesmos receptores que o THC. Estas substâncias são chamadas de anandamidas, delta9 THCque são produzidas naturalmente no SNC, e se ligam ao receptor do prazer. O araquidonil etanolamida, mais tarde chamado de anandamidas, foi primeiramente isolado pelo químico israelense Raphael Mechoulam, em 1992.
Um artigo publicado na revista Science, por Derkinderen e colaboradores, (Science, v. 273, 5282, Sept 20 1996), apresentou evidências bioquímicas, em testes com ratos, de que as anandamidas estão associadas a "quebra" de certas sinapses, isto é, tem efeito negativo sobre o aprendizado e a memória. Um trabalho do departamento de agricultura dos EUA (USDA) indicou o uso de anandamida como sedativo natural para suínos: uma tentativa de aliviar a situação de stress para o porco, evitar lutas, aumentar o apetite e reduzir os movimentos do animal. Ratos desmemoriados e porcos felizes...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Especialista diz que álcool e tabaco são piores que maconha, LSD e ecstasy

Assessor do governo acusou políticos de 'distorcer' estudos científicos.
Pesquisador aponta 'relatórios exagerados'.
O álcool e o tabaco causam maiores danos à saúde do que algumas drogas ilegais como a maconha, LSD e ecstasy, segundo um especialista britânico.
David Nutt, professor do Imperial College London e presidente do comitê assessor do governo sobre abuso de drogas, acusou os políticos de "distorcer" e "desvalorizar" os resultados dos estudos científicos no atual debate sobre drogas ilícitas.
Nutt criticou também que alguns boletins tenham publicado relatórios exagerados sobre os supostos danos de algumas dessas drogas.
Segundo o especialista, o álcool deve figurar como a quinta droga mais perigosa depois da heroína, cocaína, barbitúricos e a metadona, enquanto o tabaco aparece em nono lugar.
"A cannabis, LSD e ecstasy, mesmo sendo nocivas, estão mais abaixo na lista, em 11º, 14º e 18º, respectivamente", explica Nutt em um documento do Centro de Estudos sobre Crime e Justiça do King's College.
Segundo Nutt, fumar maconha cria um risco "relativamente pequeno" de doença mental, mas o álcool e o tabaco são mais perigosos para a saúde.
Um porta-voz do Ministério do Interior se distanciou das opiniões expressadas pelo cientista.
Classificação
O Governo britânico realizou no ano passado uma reclassificação dos diferentes tipos de drogas e situou à maconha no mesmo nível que as anfetaminas.
Segundo a atual classificação, pertencem à classe A de drogas mais perigosas como ecstasy, LSD, heroína, cocaína, crack, cogumelos alucinógenos e as anfetaminas injetáveis.
Na classe B figuram as outras anfetaminas, além da cannabis e a Metilfenidato (Ritalina), enquanto entre na classe C, consideradas as menos perigosas, estão os tranqüilizantes, alguns analgésicos e o cloridrato de cetamina (ketamina).
No Reino Unido, a classificação é importante também no ponto de vista da lei e da sanção penal: a posse de drogas da classe A pode levar a sete anos de prisão e multa ilimitada frente a um máximo de cinco anos para as da classe B e dois anos para as da classe C.
O comércio é castigado ainda mais duramente: pode levar à prisão perpétua no primeiro caso e até quatorze anos de prisão para classe B e C.